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Economistas apelam à “sanidade económica” da Europa

Joseph Stiglitz, Nobel da Economia em 2001

Stiglitz, Piketty e D’Alema encabeçam a lista de 26 economistas de vários países numa carta aberta publicada Financial Times. O texto intitula-se “Na hora final, um apelo à sanidade económica e à humanidade” e defende um acordo que ponha termo à austeridade na Grécia.

“É errado pedir à Grécia para se comprometer com um programa velho que manifestamente falhou, foi rejeitado pelos eleitores gregos e que muitos economistas (incluindo nós próprios) acreditam ter sido errado desde o início”, declaram os economistas.

“O modo como a Grécia for tratada significará uma mensagem para todos os parceiros da eurozona. Como o plano Marshall, façamos dela uma mensagem de esperança, não de desespero”, propõem os signatários desta carta, que consideram que “o Syriza é a única esperança de legitimidade na Grécia” e que a ausência de compromisso “ poria a democracia em perigo e resultaria em desafios muito mais radicais e disfuncionais, fundamentalmente hostis à União Europeia”.

A carta aberta publicada esta sexta-feira no Financial Times é subscrita por Joseph Stiglitz, Thomas Piketty, Massimo D’Alema, Stephany Griffith-Jones, Mary Kaldor, Hilary Wainwright, Marcus Miller, John Grahl, Michael Burke, Panicos Demetriadis, Trevor Evans, Jamie Galbraith, Gustav A Horn, Andras Inotai, Richard Jolly, Inge Kaul, Neil MacKinnon, Jacques Mazier, Robin Murray, Jose Antonio Ocampo, Dominique Plihon, Avinash Persaud, Mario Pianta, Helmut Reisen, Ernst Stetter, Simon Wren-Lewis

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